terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A MORTE

A morte é feia!
É estúpida. É malvada. É ignorante. É dolorida.
E apesar de ser a ÚNICA COISA CERTA que temos nessa vida, é incompreensível.
Por mais que a gente evolua espiritualmente, por mais que a gente saiba que tudo aqui é passageiro, por mais que a gente acredite que a alma é eterna e que nada termina aqui, aceitar a morte parece algo inatingível.
Não somos preparados para ela.
Não nos ensinaram a conviver com ela.
Simplesmente a ignoramos.
Até que um dia... Boom! Ela passa de raspão, chega muito perto, nos dá um susto, nos deixa em choque.
Sustos, para mim, servem como um grande sinal para pararmos e olharmos para a nossa própria vida e analisarmos como estamos vivendo os nossos dias aqui.
Afinal, estamos realmente vivendo ou apenas existindo?
Fazendo acontecer e apreciando cada instante ou simplesmente deixando a vida nos levar?
Estamos dando a devida atenção aos nossos filhos e familiares, ou apenas fingindo estar presente?
Estamos somando na vida dos outros ou apenas transmitindo palavras sem sentidos que diminuem, dividem ou nada acrescentam?
Morte é um assunto abominável.
Mas, pensar nela durante esses últimos dias me deixou uma lição, uma lição lida em um dos muitos livros do Paulo Coelho:
"Porque quero morrer enquanto eu estiver viva e não descobrir que morri sem jamais ter vivido".
E mais uma coisa, que ao perder alguém querido eu tenha a certeza em meu coração que eu fiz parte ativa na vida dela.
Que fique comigo a dor, depois a tristeza, depois a saudade, mas JAMAIS e NUNCA, o remorso.
Por isso, já não guardo mais mágoas, nem rancores.
Perdôo tudo e todos.
Resolvo o que preciso resolver.
Livro o meu coração de qualquer dor.
Jogo fora todo o lixo mental.
Me livro de pesos nas costas.
Simplesmente ando com o coração livre, leve e solto.
Imensa GRATIDÃO ao meu amigo Carlos Coimbra que me ensinou esse Caminho.
Imensa GRATIDÃO ao Universo!
Imensa gratidão ao Divino!
NAMASTE!

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